The Stuff of Legend: Omnibus One

Eu tinha acabado de baixar o Comixology no celular e estava pegando tudo quanto era edição gratuita disponível. Foi assim, despretensiosamente, que tomei contato com o primeiro volume de The Stuff of Legend. E que surpresa fantástica! O quadrinho de Mike Raicht e Brian Smith, com arte de Charles Paul Wilson III, precisou de apenas o primeiro volume para me cativar.

De início achei que ia ser apenas uma história ao estilo Toy Story, com brinquedos fofinhos em um enredo infantil – e cheio de referências nerds, como tudo hoje em dia. Mas é justamente na última página (dupla) que a HQ mostra a que veio. A história tinha potencial. Muito potencial! Tanto que tempos mais tarde chegou a notícia: The Stuff of Legend teve seus direitos comprados pela Disney, e será adaptada pelos roteiristas de Jogos Mortais e Círculo de Fogo. Fiquem de olho!

O quadrinho conta uma história de amizade e de fidelidade. Mas também conta uma história de ciúmes, inveja, traição e abandono, elevada a um nível muito mais visceral que qualquer história da Pixar. Tudo começa em 1944, quando o Bicho Papão invade o quarto de um garoto do Brooklin e o leva para o Escuro (The Dark). Decididos a trazê-lo de volta, um grupo de alguns dos seus brinquedos mais fieis – e seu cachorrinho – resolvem entrar no armário e resgatar o garoto das garras do ser das trevas. E logo no primeiro volume um deles já morre de maneira tenebrosa.

Os conceitos por trás da história são o que trazem o verdadeiro charme à narrativa. Quando cruzam as portas do armário os membros do grupo deixam de ser apenas brinquedos e assumem as personas que representam. Maxwell, de ursinho de pelúcia, torna-se uma fera gigantesca e assassina, com enormes garras, presas e uma gravatinha colorida. Jesper, o jack-in-a-box (um dos melhores personagens da história) torna-se um bufão mascarado extremamente hábil e elegante, que combate armado com duas machadinhas. O mesmo acontece com Coronel, um soldadinho de chumbo; com Harmony, a bailarina; com Princess, uma boneca de pano indígena; Quackers, o pato e com Percy, o cofrinho em forma de porco.

O Bicho Papão atraiu para suas fileiras todos os brinquedos perdidos ou esquecidos atrás da prateleira, alimentando-os com ódio e ressentimento de um dia terem sido os favoritos – e mesmo assim terem sido deixados de lado. Este mesmo sentimento negativo também está espalhado no próprio grupo de resgate. Os brinquedos não gostam do cachorro, que acabou de chegar e já tomou o espaço do garoto como o favorito para as brincadeiras. Maxwell e o Coronel também carregam a pecha de sempre terem tido espaço especial no coração do menino, enquanto os outros ficavam na caixa. É brilhante o diálogo em que o Bicho Papão questiona Percy sobre qual seria seu destino final, após guardar tão fielmente as moedas da criança. “Ele me quebra”, conclui o porco, lacônico.

 

A cada página você encontra novos conceitos fantásticos que acrescentam muito à história: desde a manifestação dos jogos de tabuleiro, dos monstros feitos de massinha e até mesmo do que acontece aos velhos brinquedos da nossa primeira infância. Dá uma vontade danada de resgatar tudo das caixas e recuperar a diversão que os bonecos tanto trouxeram às nossas vidas.

Depois de ler no Comixology, corri para um torrent e baixei tudo o que havia sido publicado até então, mas a história absorvia tanto que na primeira oportunidade comprei o primeiro Omnibus – na época por menos de 20 dólares. O encadernado junta os dois primeiros arcos (The Dark Book e The Jungle) em uma bela edição de 260 páginas, em capa dura e formato diferenciado.

 

Entenda o motivo de Naruto chegar ao fim!

Para a tristeza de uns e a felicidade de outros, a Shonen Jump, anunciou que Masashi Kishimoto encerrará as aventuras de Naruto na edição 50 da revista. O que nos dá apenas mais algumas semanas para curtir o finalzinho de um dos mangás mais famosos de todos os tempos.

Com 70 volumes já publicados, foram 15 anos e sabe lá mais quanto tempo até o animê terminar (já que larguei a animação com o fim do arco contra Pain). Tanto o autor quanto a história começaram a sofrer um grande desgaste ao atingirem o ápice contra o vilão máximo da série, Uchiha Madara.

Depois de Obito e Madara, a série ainda conseguiu ganhar fôlego com o aparecimento da verdade por trás de Zetsu, Rikudou Sennin (Eremita dos Seis Caminhos) e por último Kaguya Ootsuki. Sem muitos spoilers para quem ainda não leu, o mangá acaba escolhendo pelo clichê e volta com Sasuke no posto de “o último vilão” da série.

Eu ainda acredito que teremos muito de Naruto pela frente, pois mesmo com o fim do mangá bem próximo e com o anúncio de The Last: Naruto The Movie, o último filme da franquia e que na minha opinião ainda vai servir para futuros projetos ligados à franquia.

Por mais que alguns não gostem do pequeno ninja (né Cleverson?), não podemos negar que poucos ou quase nenhum mangá/animê conseguiu atingir o patamar mais alto de sucesso que Naruto e One Piece alcançaram. Aposto que dificilmente veremos tão cedo algo chegar tão longe como esses dois títulos, já que Bleach fracassou no meio do caminho.

Agora é sentar e esperar o fim do mangá, quanto mais de fillers vamos ter no animê, quais filmes ainda podem sair e quem sabe não vemos um novo arco de história com os filhos dos atuais personagens? Lembrando que ainda tem muito material para sair aqui no Brasil pela Editora Panini, porém nada de datas prometidas por enquanto.

Um Segredo de Israel: Pulps Nazistas

Isso é uma daquelas revelações do mundo real que me deixam sem palavras, serião!

Nos anos 60, enquanto os israelitas e judeus estavam ainda se recuperando dos horrores do Holocausto, quadrinhos pulp pornográficos chamados “Stalags“, contendo temática nazista, viraram best-sellers na (então recém-criada) Nação de Israel! WTF!

O “Stalags” (o nome em hebraico para os Campos de Prisioneiros de Guerra) eram lidos por debaixo dos panos pelos adolescentes, boa parte deles filhos de sobreviventes, e contavam histórias de soldados americanos e britânicos capturados e abusados sexualmente por oficiais nazistas femininas voluptuosas, luxuriantes e sádicas! Geralmente, terminavam com o torturado escapando e se vingado das suas captoras com estupro e matança. Leitura saudável…

O reaparecimento recente dessas revistas vintage em leilões online e o alto preço alcançado, por serem itens de colecionador dificílimos de encontrar, tem trazido à tona uma nova discussão sobre como o Holocausto afetou a psiquê e a cultura israelense.

Os “Stalags” eram praticamente a única forma de pornografia encontrada à venda numa sociedade extremamente puritana, nos anos 60, em Israel, e desapareceram quase tão rápido quanto surgiram, quando seus autores e distribuidores passaram a ser perseguidos criminalmente, apenas dois anos após o lançamento da primeira edição. Uma história em particular, “Eu fui a Puta Particular do Coronel Schultz!”, foi considerada tão chocante que levou o governo a declarar a apreensão e destruição de todos os exemplares das revistas na qual ela foi publicada.

Sobre ‘Hawkeye’ de Fraction e Aja, uma das poucas verdadeiras herdeiras de ‘Watchmen’. Parte I

Watchmen. É chover no molhado exaltar mais uma vez as qualidades da novela gráfica de Moore e Gibbons. Era de se esperar, porém, que diante do enorme sucesso de Watchmen, um grande número de quadrinhos tentasse buscar a via trilhada pela dupla britânica.

Mas, ao invés disso, tivemos uma onda de HQs que buscavam emular temas adultos através de poses hiper-sexualizadas e violência excessiva, que marcaram os anos 90. Como se a lição trazida pelo revisionismo pudesse se resumir a “não se preocupe com a idade recomendada para leitura”.

No início de cada edição de ‘hawkeye’, os leitores nos avisam de cara que essa é a revista que trata de quando o o Gavião Arqueiro não está sendo um vingador. É um convite a observar o lado pouco glamouroso da vida de um ‘super-herói’ de menor escalão.

Pois, e talvez isso possa soar estranho para quem insiste em ser cego e surdo como muitos dos autores das duas grandes, uma HQ cujo mote é a questão “Quem vigia os vigilantes?” obviamente não traz como consequência um tempo em que os vigilantes sejam compreensivamente mais violentos, mais, ao contrário, levanta exatamente dúvidas sobre a possibilidade de haver algum super-heroísmo. Não se trata de esquecer a recomendação ética daquela longínqua Amazing Fantasy #15, “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”, mas, ao contrário, de radicalizar imensamente esse ideal.

Pois, numa temática mais adulta, o super-poder reflete o poder mais cotidiano com o qual todos nós lidamos e ter super-poderes nos insere num jogo imenso de responsabilidades (desde as mais banais até as maiores, político-ideológicas…). Como no nosso dia a dia os heróis fazem uma série de escolhas em relação ao que defender e o que combater – e como defender e como combater. E no mundo pós-revisionista, esse ‘como’ é tão importante quanto o ‘que’ o pretenso herói combate. Não adianta mais apenas ‘combater o crime’, importa debater o que é crime, porque combatê-lo…e porque o ‘herói’ se omite diante de questões importantes.

O Capitão América do universo Ultimate é um exemplo da extrema direita americana que acha que os EUA têm o direito de agir como polícia do mundo.

Cena de Authority, de Warren Ellis et al.

Isso, claro, não quer dizer que a violência seja ‘proibida’ como tema de uma HQ pós-revisionista. Mas ela vem agora com a exigência de não ser mais ‘ingênua’ e ser acompanhada de reflexão ideológica. Pensemos em alguns marcos dos últimos 20 anos: Authority (Warren Ellis et al.), Os Supremos (Mark Millar et al.), Os Invisíveis (Grant Morrison et al.)… em  todos eles a violência é analisada como uma forma de dominação. Aliás, mais importante que isso: o discurso que estabelece certos valores (propriedade privada, direito a intervenção em território estrangeiro) é por ele mesmo uma violência. E se omitir diante dessa violência já é um indicador de questionamento dos limites do heroísmo.

O herói dos tempos pós-revisionismo, portanto, têm que caminhar num abismo estreito entre Cila e Caríbdis: por um lado há o risco da imposição fascista de sua visão de mundo através de seus poderes; por outro, o risco, tão grande quanto, de colocarem seus poderes a serviço de uma ideologia dominante cruel e excludente e simplesmente se ocuparem de caçar os bandidos, sem nenhuma preocupação de lidar com o plano macro que é também responsável pela criação do crime.

Gavião Arqueiro, na frente do apartamento em que mora – e protege e ‘administra’.

Que Fraction e Aja tenham escolhido resgatar e radicalizar o modesto caminho antigamente traçado por certo ‘amigão da vizinhança’ e reduzir a esfera de ação de seu personagem quase que exclusivamente a um pequeno condomínio pelo qual o Gavião Arqueiro se sente responsável mostra uma escolha interessante da dupla diante das opções acima citadas. Na sua revista solo, o Gavião Arqueiro é representado como um cara (quase) normal, de inteligência mediana e com certa tendência a tomar decisões não muito acertadas devido a sua completa inaptidão social.

De antemão sabemos que nosso herói não é lá um exemplo a ser seguido. Por outro lado, simpatizamos com suas tentativas de fazer a coisa certa, apesar dos repetidos fracassos, mesmo diante de objetivos aparentemente tão modestos diante do que estamos acostumados a ver nas HQs de super-gente.

Exemplo da incapacidade típica do Gavião Arqueiro de lidar com situações sociais…

A premissa de voltar a trazer o ‘herói’ para uma dimensão mais cotidiana é nada mais que um retorno às origens da Marvel, nos tempos em que certo Peter Parker ainda tinha que se virar para pagar as contas e não perder as provas na faculdade. Informada pela crítica mais pesado dos limites do heroísmo que marcam a indústria após os anos 80, porém, esse retorno a um terreno mais modesto leva a refletir sobre nossas pequenas ações e omissões diárias nas lutas que escolhamos ou não abraçar.

Mas não há premissa boa que sobreviva sem uma boa execução… e é sobre a primorosa execução de Hawkeye que nos deteremos na próxima parte desta série. Até lá.

[continua]

One Piece / Film Z e mais novidades para o fim de ano

Ok! Eu sei que estou muito atrasado na história de One Piece, o que não me dá direito de julgar e comentar muito a timeline principal, porém os filmes da série sempre foram acontecimentos a parte, mesmo que com easter eggs e referências, sempre foram capazes de entreter a maioria dos fãs e entusiastas.

Não muito diferente do sucesso do animê e mangá, Eiichiro Oda (criador da série) revelou durante alguns meses atrás que teríamos One Piece: Film Z como parte das comemorações aos 15 anos da série.

Então vamos ao que interessa!

A expectativa para esse filme, que estréia nos cinema japoneses dia 15/12, só aumenta a cada teaser divulgado. Já vem sendo chamado de grande produção, a ponto de ter as músicas “Bad Reputation” e “How You Reminder” na voz de Avril Lavigne na trilha sonora, após convite do próprio Eiichiro Oda. Esse mesmo que já afirmou ter em Film Z um longa-metragem ainda melhor que Strong World, seu último filme lançado e que na minha opinião é o melhor filme da franquia além de ser responsável pela comemoração dos 10 anos da série.

Ainda com poucas informações reveladas, sabemos que a trama acontece durante o atual arco do anime, New World, em que Luffy e o Bando do Chapéu de Palha (Mugiwara no Kaizoku Dan) vão enfrentar um inimigo conhecido até agora como Z. Zetto (pronuncia de Z em japonês) é o ex-Almirante e responsável por roubar a Pedra Dyna, uma arma poderosa e o trunfo da Marinha, porém ele acaba cruzando o caminho de Luffy que se vê obrigado a deter o perigoso e mais forte vilão, causando consequências até mesmo nos acontecimentos futuros do animê.

Além de Zetto, outros personagens foram revelados como, por exemplo, Ain e Bin, que comeram uma Akuma no Mi do tipo Paramecia e conseguem, respectivamente, reverter ao estado anterior das coisas e acelerar o desenvolvimento daquilo que toca. Já o vilão Z não teve seus poderes da fruta ele acabou comendo.

Ainda sem data para chegar ao Brasil, os japoneses que forem ao cinema ganharão o “Volume 1.000” de One Piece, com um card exclusivo, sem contar que os fãs que comprarem o ingresso na pré-venda ganharão esboço dos personagens do filme. E não é só isso! (Polishop feelings). Além de todos esses presentes, a Toei Animation divulgou que exibirá o especial One Piece Episode of Luffy: Hand Island no Bouken, às 9h da noite do dia 15/12, além dos quatro episódios do animê que já estão sendo exibidos. Todos eles como parte da história que antecede Film Z.

Não comentei aqui sobre o novo jogo One Piece: Romance Dawn, para PSP, que promete ser o melhor da franquia para portáteis! Tudo isso para os japoneses, enquanto os brasileiros se precisam se contentar com o mangá publicado mensalmente pela Editora JBC. Natal completo para os que moram do outro lado do mundo, não?

Nova Dança das Cadeiras na DC Comics

Saudações tripulantes DCnetes!

Continua a dança das cadeiras na DC Comics. Os títulos da vez são: Superboy, Supergirl e Batwoman, que estrearão novas equipes criativas a partir de seus números 26.

Supergirl receberá o roteirista Tony Bedard, que fechou seu ciclo no título Green Lantern: New Guardians. Ao lado dos artistas Yildiray Cinar e Ray McCarthy,o roteirista do primeiro encontro da garota de Kripton  com o Lobo do Crepúsculo . O novo arco promete uma compreensão maior do papel da menina que volta à terra após a saga “O Retorno de Krypton

Superboy marca o retorno do veterano Marv Wolfman aos títulos da editora e dá continuidade aos eventos da série Forever Evil, onde os Titãs estão perdidos no tempo.  Já Batwoman recebe Marc Andreyko a partir do número 25. Para os que temiam mudanças na personagem, Andreyko não só é um roteirista assumidamente gay como já foi responsável por Manhunter, outro título estrelado por uma lésbica.  J.H. Williams III e Haden Blackman saíram prematuramente do título devido a interferências editoriais que impediram o casamento da personagem título com sua namorada Maggie Sawyer, o que deixou os fãs com medo dos rumos da personagem. A primeira história do novo autor se interligará a saga “Ano Zero” que está sendo apresentada na revista do Batman.

E para não dizer que não falei dos títulos importantes, a dança das cadeiras continua:Jeff Parker assumirá Aquaman, Christos Gage e Neil Googe farão uma edição tapa buraco para cobrir a saída de Francis Manapul e Brian Buccellato do Flash, Cully Hamner assume a arte de Animal Man, Aaron Lopresti vai para Detective Comics e Aco assume os lápis em  Constantine.

Quais os Personagens mais Poderosos das HQS

Salve galera.

Existem vários tipos de poderes. Alguns são legais, como subir em paredes ou soltar raios de calor pelos olhos. Também existem os poderes inúteis, como a capacidade de entender qualquer idioma ou linguagem.

Mas existem alguns personagens que estão em uma categoria à parte. Eles podem ser considerados verdadeiros deuses, porque seus poderes são quase infinitos.

Personagens mais Poderosos

Realidade, pensamento, força, presença, tempo. Nada foge ao controle destes seres.

Então vamos ao Top 10 personagens mais poderosos:

 

10 / Tribunal Vivo

 

A única função do Tribunal Vivo é contornar os desequilíbrios cósmicos do Universo Marvel. E para isso, ele é capaz de mudar a realidade com seu pensamento. É considerado o segundo personagem mais poderoso da Marvel, sendo superado apenas por One-Above-All

 

9 / One-Above-All

 

É a representação do Deus Judaico-Cristão no Universo Marvel. Foi ele quem criou todo o Universo 616 através de um Big Bang, além de viver em um lugar chamado Paraíso, onde o Quarteto Fantástico foi para resgatar a alma do Coisa. Aparentemente One-Above-All é o membro mais poderoso da raça dos Celestiais.

 

8 / Antimonitor

 

Ele apenas pode controlar e manipular a matéria e viajar entre os multiversos, o que o torna capaz de destruir multiversos inteiros. Para alguém que nasceu em um universo de anti-matéria, até que está bom. O Antimonitor foi criado durante a Crise nas Infinitas Terras e ele quem resolve a bagunça em que estava o Universo DC da maneira mais simples: destruindo multiversos. E ele também é considerado um dos seres mais inteligentes de todo o Universo DC.

 

7 / Tetsuo

 

Você até pode dizer que Akira era mais poderoso que Tetsuo e eu irei concordar sem problemas, mas Tetsuo perdeu o controle do seu poder e quase destruiu o mundo. E para evitar o fim da Terra, ele criou um mini Big Bang e gerou um novo universo. Só isso.

 

6 / Mefisto

 

Já que a Marvel tem uma representação de Deus, nada mais justo do que ter uma versão do Coisa Ruim. Mefisto já mostrou que além de ser um tremendo e ardiloso sacana, é capaz de manipular as pessoas e enfrentar de peito aberto outras entidades, como Thanos.

 

5 / Galactus

 

O Devorador de Mundos é capaz de controlar forças cósmicas infinitas. Ele está entre as cinco entidades mais poderosas do Universo Marvel 616. Certa vez a Morte se referiu a Galactus como “marido, pai, irmão e filho”. E como ele está sempre com fome, ele também é capaz de dar uma pequena fração de seu poder aos seus arautos para irem pegar um McPlaneta para ele. Com fritas e Coca grande.

 

4 / Beyonder

 

Apesar de ser um dos seres mais poderosos da Marvel, capaz de manipular a matéria, o tempo e o espaço, eu sempre achei que na verdade ele precisava era de um terapeuta. Afinal Beyonder resolve criar um planeta e joga um monte de heróis e vilões apenas para entender o bem e o mal.

 

3 / Darkseid

 

Além do kit básico nível 2 de poderes (super força, super inteligência, super resistência e super velocidade) o Senhor de Apokolips também consegue emitir o Raio Ômega dos olhos, que é capaz de desintegrar seus adversários, ressuscitar um morto, teleportar ou alterar a matéria. Um verdadeiro olhar fatal!

 

2 / Dr. Manhattan

 

Ele é com certeza o homem mais poderoso, porque todos os outros são entidades cósmicas ou aliens. Capaz de controlar a matéria a nível subatômico, inclusive a sua própria, o que permite ele estar em mais de um lugar ao mesmo tempo, Dr. Manhattan também tem uma quase completa clarividência. Enfim, ele é capaz de quase tudo.

 

1 / Thanos

 

Para atender os desejos da sua amada Morte, ele se tornou um dos seres mais poderosos do Universo Marvel, ao juntar as Gemas do Infinito. Nada fugia ao controle do Titã. A não ser sua amada, que acabou recusando seu presente: metade das almas do Universo. O negócio é afogar as magoas no bar.

Wolverine: O Melhor no Que Faz

Bom dia tripulação do Cruzador Fantasma, estamos com mais um review “massa véio” para os amigos leitores de quadrinhos que não tem coragem de comprar uma história somente pela capa ou por não conhecer os artistas daquela edição (e a capa realmente chama muito a atenção).

A mini série que vai ter sua resenha aqui no Cruzador Fantasma é a Wolverine: O Melhor no Que Faz Nº 1, de 156 páginas laçada pela Panini Comics, que reúne os números de 1 a 6 da revista Wolverine: The Best There Is.

Para começar logo esse review, essa história não é pra criança ler, é daquelas histórias que já começa de forma diferente, mostrando um personagem completamente fora do padrão daquelas edições anuais que estamos acostumados a ver e que a criançada curte. O enredo é  maluco e em certos momentos tenso. Quando o leitor começa a leitura percebe que ela possui uma pegada diferente, parabéns a Charlie Huston pelo roteiro diferente, e a arte de Juan Jose Ryp com uma grande quantidade de detalhes é realmente diferente fugindo daquele padrão tradicional de arte, dando um diferencial à trama.

Esse herói que aparece em Wolverine: O Melhor no Que Faz consegue ser levado ao extremo de seus poderes de regeneração e no limite da sandice humana lembrando em certos momentos alguns filmes de terror com a ambientação que é percebida na história.

Wolverine: O Melhor no Que Faz é uma leitura interessante e diferente, indicada para pessoas que querem ver o baixinho mai invocado do universo Marvel  diferente do que é visto mostrando o porquê ele é considerado o melhor no que faz.

Resenha / Injustiça: Deuses entre nós

Salve galera.

Baseado no jogo Injustice: God Among Us a série de HQs é um dos melhores lançamentos da DC nos últimos anos. Principalmente depois do reboot dos Novos 52. A HQ se passa antes dos fatos mostrados no jogo, que levaram o mundo a uma guerra entre heróis, tendo o Superman de um lado e Batman do outro.

 Injustiça: Deuses entre nós

A história mostra um mundo onde o Superman enlouquece após o Coringa o enganar e faze-lo matar Lois Lane, que estava grávida (não precisa se preocupar, porque isto não é spoiler, afinal tudo acontece no primeiro capitulo da série) e detonar uma bomba nuclear em Metropólis.

Superman enlouquece e mata o Coringa a sangue frio e começa uma guerra contra toda a injustiça da Terra. O problema é que ele começa a desafiar governos e outros heróis, como o Aquaman. Quem não respeita sua nova ordem mundial, é considerado um traidor e taxado de terrorista.

E um dos poucos heróis que percebe a loucura do plano do Superman é o Batman, que decide deter o Homem de Aço. Infelizmente o Superman decide que a melhor maneira de parar alguns de seus adversários é acabando com a vida deles. E adversários podem ser vilões ou heróis que estão alinhados com Batman. As baixas do lado do Homem Morcego são enormes. Seus aliados mais poderosos são mortos um por um pelo Superman.

A história mostra um Superman obcecado, somente interessado em sua missão de proteger a humanidade dela mesmo. E essa sua visão começa a afetar outros heróis, que começam a compartilhar do mesmo ponto de vista que ele, principalmente o Lanterna Verde (Hal Jordan) e a Mulher Maravilha. E os outros, como o Flash e o Capitão Marvel acabam seguindo suas ordens, mesmo não tendo certeza de que ele está certo. A loucura do Superman chega a um ponto que ele decide torturar o Batman para obter uma informação.

Injustiça: Deuses Entre Nós foi lançada digitalmente nos Estados Unidos e depois impressa em um único volume distribuído pelas comics shops.

No Brasil, a Panini tinha lançado do volume 1 em março do ano passado e lançou o volume dois somente em dezembro, contendo as edições 7 a 12 de Injustice: God Among Us e a edição anual, que foi lançada entre 2013 e 204 nos Estados Unidos.  Por ser uma revista digital, seus capítulos são curtos e a história não tem muita enrolação. Ela vai sempre direto ao ponto.

A história é Tom Taylor, responsável pelas histórias do universo Star Wars publicadas pela Dark Horse. A arte ficou por conta de Tom Derenick, Mike S. Miller e Bruno Redondo.

Até o momento, Injustiça é uma história fantástica. Espero que ela siga assim e que a Panini não demore mais tanto para publicar os encadernados e nem desista de colocar nas bancas as próximas edições.

Valiant Entertainment Revela o conheça a Logo

Valiant Enterteimant está realmente com tudo, ontem eles revelaram no seu site o novo logotipo feita pelo designer gráfico Rian Hughes, entre os trabalhos realizados por esse profissional estão  logos e peças de design para empresa tais como  Marvel Comics, DC Comics, MTV Networks, Virgin Airlines, Penguin Books, Archaia Entertainment, BBC entre muitas outras.

A Valiant originalmente foi fundada em  1989, e é uma das mais bem sucedidas editoras que já teve trabalhos de muitos dos mais importantes artista da industria dos quadrinhos, incluindo na lista Jim Shooter, Bob Layton, Barry Windsor-Smith, Joe Quesada, David Lapham, Bryan Hitch, Steve Ditko e muito outros.

Abaixo está o redesenho da marca da Valiant Entertaiment.

Essa editora retorna no verão americano com alguns de seus personagens mais populares X-O Manowar #1 em maio, Harbinger #1 em junho, Bloodshot #1 em julho e Archer & Armstrong #1 em agosto.