Wolverine: O Melhor no Que Faz

Bom dia tripulação do Cruzador Fantasma, estamos com mais um review “massa véio” para os amigos leitores de quadrinhos que não tem coragem de comprar uma história somente pela capa ou por não conhecer os artistas daquela edição (e a capa realmente chama muito a atenção).

A mini série que vai ter sua resenha aqui no Cruzador Fantasma é a Wolverine: O Melhor no Que Faz Nº 1, de 156 páginas laçada pela Panini Comics, que reúne os números de 1 a 6 da revista Wolverine: The Best There Is.

Para começar logo esse review, essa história não é pra criança ler, é daquelas histórias que já começa de forma diferente, mostrando um personagem completamente fora do padrão daquelas edições anuais que estamos acostumados a ver e que a criançada curte. O enredo é  maluco e em certos momentos tenso. Quando o leitor começa a leitura percebe que ela possui uma pegada diferente, parabéns a Charlie Huston pelo roteiro diferente, e a arte de Juan Jose Ryp com uma grande quantidade de detalhes é realmente diferente fugindo daquele padrão tradicional de arte, dando um diferencial à trama.

Esse herói que aparece em Wolverine: O Melhor no Que Faz consegue ser levado ao extremo de seus poderes de regeneração e no limite da sandice humana lembrando em certos momentos alguns filmes de terror com a ambientação que é percebida na história.

Wolverine: O Melhor no Que Faz é uma leitura interessante e diferente, indicada para pessoas que querem ver o baixinho mai invocado do universo Marvel  diferente do que é visto mostrando o porquê ele é considerado o melhor no que faz.

Resenha / Injustiça: Deuses entre nós

Salve galera.

Baseado no jogo Injustice: God Among Us a série de HQs é um dos melhores lançamentos da DC nos últimos anos. Principalmente depois do reboot dos Novos 52. A HQ se passa antes dos fatos mostrados no jogo, que levaram o mundo a uma guerra entre heróis, tendo o Superman de um lado e Batman do outro.

 Injustiça: Deuses entre nós

A história mostra um mundo onde o Superman enlouquece após o Coringa o enganar e faze-lo matar Lois Lane, que estava grávida (não precisa se preocupar, porque isto não é spoiler, afinal tudo acontece no primeiro capitulo da série) e detonar uma bomba nuclear em Metropólis.

Superman enlouquece e mata o Coringa a sangue frio e começa uma guerra contra toda a injustiça da Terra. O problema é que ele começa a desafiar governos e outros heróis, como o Aquaman. Quem não respeita sua nova ordem mundial, é considerado um traidor e taxado de terrorista.

E um dos poucos heróis que percebe a loucura do plano do Superman é o Batman, que decide deter o Homem de Aço. Infelizmente o Superman decide que a melhor maneira de parar alguns de seus adversários é acabando com a vida deles. E adversários podem ser vilões ou heróis que estão alinhados com Batman. As baixas do lado do Homem Morcego são enormes. Seus aliados mais poderosos são mortos um por um pelo Superman.

A história mostra um Superman obcecado, somente interessado em sua missão de proteger a humanidade dela mesmo. E essa sua visão começa a afetar outros heróis, que começam a compartilhar do mesmo ponto de vista que ele, principalmente o Lanterna Verde (Hal Jordan) e a Mulher Maravilha. E os outros, como o Flash e o Capitão Marvel acabam seguindo suas ordens, mesmo não tendo certeza de que ele está certo. A loucura do Superman chega a um ponto que ele decide torturar o Batman para obter uma informação.

Injustiça: Deuses Entre Nós foi lançada digitalmente nos Estados Unidos e depois impressa em um único volume distribuído pelas comics shops.

No Brasil, a Panini tinha lançado do volume 1 em março do ano passado e lançou o volume dois somente em dezembro, contendo as edições 7 a 12 de Injustice: God Among Us e a edição anual, que foi lançada entre 2013 e 204 nos Estados Unidos.  Por ser uma revista digital, seus capítulos são curtos e a história não tem muita enrolação. Ela vai sempre direto ao ponto.

A história é Tom Taylor, responsável pelas histórias do universo Star Wars publicadas pela Dark Horse. A arte ficou por conta de Tom Derenick, Mike S. Miller e Bruno Redondo.

Até o momento, Injustiça é uma história fantástica. Espero que ela siga assim e que a Panini não demore mais tanto para publicar os encadernados e nem desista de colocar nas bancas as próximas edições.