Como fazer projetor de imagens sem gastar nada

Funciona de verdade!
Discípulos de Peter Pan como fazer projetor diy

Até eu achei que fosse pegadinha quando vi o tutorial original, mas funciona! Fazer um projetor de fotos para usar com o celular é muito fácil e dá pra usar coisas que você já tem em casa! Olha só:

MATERIAIS

– Caixa de sapato
– Lupa
– Fita isolante
– Clipe de papel (opcional, para o suporte do celular)


COMO FAZER UM PROJETOR DIY COM CAIXA DE SAPATOS

Como fazer projetor de imagens sem gastar nada

1. Se sua caixa de sapato não for preta por dentro, o ideal seria pintá-la dessa cor. Usei spray fosco.


Como fazer projetor de imagens sem gastar nada
Como fazer projetor de imagens sem gastar nada

2. Marque o local onde ficará a frente do seu projetor para inserir a lupa. Recorte esse círculo.


Como fazer projetor de imagens sem gastar nada

3. Remova o cabo da lupa e a insira no buraco feito anteriormente. Com a fita crepe, prenda a lente, tapando todos os buracos.


Como fazer projetor de imagens sem gastar nada

4. O projetor está pronto! Para usá-lo com o celular é necessário ter um suporte para o aparelho ficar deitado na caixa. Com um clipe de papel você pode repetir o passo a passo dessa imagem e se divertir!


IMAGEM INVERTIDA

Se colocar o celular dentro do projetor, perceberá que a imagem sai de cabeça para baixo na parede. Isso acontece porque a lente inverte a posição vertical e horizontal da luz que passa por ela. Para resolver o problema:

ANDROID – Use o app Ultimate Rotation Control (ou similar) para travar a rotação de imagem no modo paisagem (deitado). Depois coloque o celular no estande de modo que a tela fique com a imagem de cabeça para baixo. Relaxa que a imagem será exibida de maneira correta na parede. O único problema é que se você quiser assistir filmes legendados, a imagem estará invertida horizontalmente — e ainda não descobri como espelhar um android horizontalmente. Se alguém souber, comenta!

AssistiveTouch

iOS – Você deve ir na em Ajustes > Geral > Acessibilidade e ligar a opção AssistiveTouch. Assim que ativar vai aparecer uma bolinha branca que pode ser arrastada pela tela. Clique nela e acesse Dispositivo > Rotacionar Tela.


PARA FOCAR

Use o brilho da tela no máximo, coloque o celular no fundo da tela e vá arrastando-o para mais perto da lente até encontrar o foco da imagem projetada na superfície (parede, lençol estendido etc). Encontrando a posição ideal, é só se divertir!

O que achou do tutorial? Funcionou? Comente!

Alan Moore cria antologia digital

Saudações tripulantes que odeiam Prestobarba!

Pelo visto os quadrinhos digitais atraíram um nome de peso. Electricomics, o novo projeto de Alan Moore será tanto uma antologia com material inédito do espantoso barbudo e seus incríveis amigos quetambém servirá como plataforma para que outros autores possam publicar suas histórias.

Alan Moore cria antologia digital

Chegado em experimentações desde a incompleta minissérie Big Numbers, o mago inglês pretende descobrir todas as possibilidades narrativas e visuais dos quadrinhos digitais. Para isso, ele reunirá outros autores que toparam o desafio de criar histórias dentro desta premissa.

Entre os anunciados estão: Garth Ennis e Peter Snejbjerg que contarão uma história sobre a primeira guerra mundial, Peter Hogan cujo conto de horror modernista intitulado Cabaret Amygdala pode surpreender os leitores; além disso, ainda   teremos Sway a história de viagens no tempo de Leah Moore e John Reppion e Moore em pessoa escrevendo Big Nemo, que está sendo divulgada como continuação da clássica série de Windsor Mckay.

Antologia Alan Moore

A antologia ainda não tem data de lançamento, mas certamente ouviremos falar muito dela quando for lançada. Brigado com quase todas as editoras, Moore se associou a Mitch Jenkins para montar a Orfans of the Storm, empresa que “publicará” a antologia. Leah Moore será a editora.

O mecenas da empreitada será o Digital R&D Fund for the Arts e Ocasta Studios está desenvolvendo o aplicativo.

Empolgados com a novidade? O que vai ter de putinha do Moore querendo participar do projeto não tá no gibi.

Fonte: Newsarama

Marvel! e Os Fabulosos Vingadores

Há algum tempo o mercado de quadrinhos vêm sendo agitado por burburinhos, boatos, especulações e previews de o que a Marvel pretende fazer com a tal linha de publicações da Marvel Now.

Marvel Now

Para aqueles com vista grossa, a Marvel Now pode ser considerada só mais um grande evento / mega-saga envolvendo os maiores títulos da editora, o que pode ser um problema se for tratado desta maneira visto que – cada dia mais – as grande sagas diminuem o espaço de tempo entre elas, deixando de ser algo grande e tornando-se algo casual, somente mais uma ferramente caça níquel.

Porém, mercadologicamente, Marvel Now é o contra-ataque direto ao que a ~distinta concorrência~ fez em 2011 com seu reboot e os novos 52. A diferença aqui é que a Marvel não alterará nada na cronologia de seus heróis, o que passou, passou. O intuito de Marvel Now é integrar mais alguns títulos, alavancando as vendas envolvendo todos em uma única trama. Ou seja, mais uma mega-saga. ¬¬

Alguns títulos, casualmente, terão seus números de lançamento zerados, voltando aos one shot #00 ou #01. Alguns sofrerão um acréscimo de volume, como aconteceu com o Homem Aranha Ultimate, que passou pela numeração em V2 e agora está em V3. O que não influência em nada, diretamente, da história mas serve como “marcação” para uma grande mudança dentro da história. É como se fossem capítulos novos dentro das publicações mensais.

Além disso, várias revistas continuarão seguindo sua numeração normal ou entrarão no mercado como spin-offs de outras existentes, como é o caso da segunda publicação inicial da Marvel Now, Red She-Hulk, que inicia uma publicação dela porém continuando a partir da numeração que vinha sendo publicada nas mensais do Hulk: Mayan Rule, entrado no mercado como #58 ao invés de 01.

O foco de atenções aqui é a publicação inicial de Os Fabulosos Vingadores, ou Uncanny Avengers para os puristas. Aqui nota-se a continuação direta da última mega-saga da editora: Vingadores vs X-Men.

Spoiler adiante

A trama começa, ou continua dependendo do ponto de vista do leitor, com o Avalanche sofrendo uma lobotomia/implante cerebral. Paralelo a isso vemos o irmão de Scott Summers indo visitar seu irmão que encontra-se preso e vendado em uma câmara de energia após a morte do Professor X.

A edição inicial não mostra muito, só serve para situar o leitor no que está para acontecer e mostrar o tamanho do pepino que devemos esperar que, no caso, resume-se ao Caveira Vermelha de posse do cérebro de Charles Xavier, prometendo dominar o mundo com seus poderes psíquicos.

O que eu acho? Prefiro não opinar com tão pouco material publicado mas o departamento de “vai dar merda” já está me ligando aqui dizendo que a chance de dar merda é grande.

Adam Warlock no Vingadores?

No final de semana, Jim Starlin postou um curioso link em seu Facebook.

Informações de Adam Warlock em Vingadores

Segundo o site indicado a trama do terceiro Vingadores seria a Saga do Infinito. Se a suposição for verdadeira, Adam Warlock, que foi um personagem importante nas histórias do Infinito faria sua primeira aparição nos cinemas.

Com o surgimento de Thanos no primeiro Vingadores e as joias do infinito sendo citadas em todos os filmes “cósmicos” da Marvel

E é sempre bom lembrar que Starlin chegou a ser proibido de usar suas duas criações. Após ter ressuscitado Adam Warlock em uma de suas sagas, o artista foi avisado que a Marvel tinha outros planos para suas criações e ele foi obrigado a abandonar o novo projeto que envolveria Thanos e Warlock e foi ressuscitar o título Savage Hulk.

Em seu Facebook Starlin informou que recebeu a permissão da editora para usar os dois personagens, o que garante que a qualquer momento veremos Infinity Duel, a próxima saga de seus personagens.

Será que teremos Warlock e suas pérolas niilistas nos cinemas? Você gostaria de ver uma versão live action do personagem?

2 por 1! / Homens-Aranha e um mistério…

Enfim uma das coisas mais improváveis, para não dizer impossíveis e indesejáveis, do universo aracnídeo aconteceu: Peter Parker e Miles Morales se encontraram!

É verdade, amiguinhos…

2 Homens-Aranha juntos

Um dos grandes argumentos que fazia os fãs do cabeça de teia não imaginarem tal encontro baseava-se na dúvida de como unir dois personagens de universos distintos. A única saída aparente seria tocar o puteiro na linha espaço-temporal das duas linhas editoriais, causar uma catastrofe gigante e criar um buraco negro ou vórtice temporal que servisse de porta entre os dois universos e por aí vai, causando o maior fuzuê e etc.

SÓ QUE NÃO! A resposta certa nunca é a mais óbvia mas, quase sempre, é a mais simples. Porque não usar um dos inimigos mais corriqueiros do herói, adorado por muitos e odiados por multidões? Sim! Mistério!

2 Homens-Aranha

Aquele que, por muito tempo – e na mão de muitos roteiristas – foi subutilizado e rebaixado ao segundo escalão de vilões do Aranha, caiu como uma luva no impasse de como colocar os dois amigões da vizinhança frente a frente. Una à isso algum tipo de tecnologia bizarra, digna de Tony Stark e Reed Richards, e pronto! O circo está armado.

No primeiro volume, de um total de cinco edições, não recebemos grandes detalhes da trama, do que está acontecendo ou do que está para acontecer. Tudo que acontece, acontece rápido – como toda boa história do Aranha – e, quando você menos percebe, nosso herói faz uma burrada e a vaca vai pro brejo.

A revista termina no melhor estilo novela da Globo: mocinhos se encontrando, embasbacados, sem entender nada. É ÓBVIO que você vai ficar roendo as unhas até o volume dois chegar pra saber o que vai acontecer, nem precisava ter história boa pra isso acontecer.

O roteiro está nas mãos de Brian Michael Bendis, ninguém mais ninguém menos que o cara responsável por grande parte do que o universo Ultimate é hoje. Além disso, consta no curriculo do cara, trabalhos com Demolidor, Alias, a saga Dinastia M e a excelente HQ policial Powers.

Quem assume os desenhos é Sara Pichelli. Sara é uma das artistas da nova leva dos quadrinhos, trabalhando a “pouco tempo” com a Marvel. Já desenhou alguma coisa dos X-Men e, a partir do segundo volume de Ultimate Comics: Spider-Man, Sara foi contratada como artista principal responsável pelo aracnídeo na linha editorial.

quadrinho do homem aranha

Para os fãs de longa data do amigão da vizinhança, junto com o traço mais “pop” – definido assim por ela mesma – é possivel identificar algumas referências ao estilo clássico do desenho, principalmente na movimentação do Aranha, nos remetendo à dinâmica utilizada na década de 80 e 90 por John Romita Jr. e Todd McFarlane.
Por fim, mas não menos importante, a colorização fica na responsabilidade de Justin Ponsor. Justin é um colorista recorrente nas revistas do Aranha no universo Ultimate, já tendo – também – trabalhado em algumas edições dos X-Men e dos Vingadores, além de ter colorido uma boa parte da mega-saga Fear Itself (A Essência do Medo aqui no Brasil). O que recebemos nessa revista é uma pintura digital repleta de tons e sobre-tons muito bem definidos e delineados com alguns efeitos de pintura com aquarela, só como requinte.

Um trabalho muito bem capitaneado pelo trio, que empolga e cativa. Uma pena ser uma revista tão curta e que dure um mês para continuar…